ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2026
OLHE AO SEU REDOR — E DEPOIS FAÇA A SUA ESCOLHA
Faltando apenas uma semana para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, no dia 4 de outubro, peço aos brasileiros que façam uma coisa muito simples:
Olhem ao seu redor com os próprios olhos.
Não dependam apenas da propaganda política, da televisão, das redes sociais ou das vozes mais barulhentas de cada lado. Olhem para o Brasil onde vocês realmente vivem.
Eu moro no Brasil há muitos anos. Durante os governos Lula, acompanhei de perto o desenvolvimento do país. Vi novas construções, empresas e obras surgirem ao meu redor e vivi pessoalmente a experiência de um imigrante que escolheu o Brasil como seu lar.
O comércio exterior brasileiro também é significativo e continua crescendo. Os números oficiais mostram que as exportações brasileiras chegaram a US$ 33,16 bilhões em agosto de 2026, 12,2% acima de agosto de 2025. O Brasil continua vendendo seus produtos para mercados de todo o mundo.
Mas também precisamos ser honestos sobre os problemas do país.
O Brasil ainda enfrenta um grave problema de crime organizado. PCC e Comando Vermelho estão entre as organizações criminosas mais poderosas do país. Portanto, ninguém deve fingir que tudo está perfeito.
A questão para cada eleitor é maior do que slogans sobre crime, religião, ideologia ou personalidade.
Que tipo de Brasil você quer para os próximos quatro anos?
A religião merece respeito. O Brasil tem católicos, evangélicos, espíritas, seguidores das religiões de matriz africana, pessoas de outras religiões e também pessoas sem religião. O Brasil pertence igualmente a todos.
Flávio Bolsonaro se identifica publicamente como evangélico e tem mantido uma presença frequente junto a lideranças evangélicas durante esta campanha.
Isso faz parte de sua identidade pessoal e deve ser respeitado. Mas cada brasileiro também pode fazer uma pergunta importante:
O governo deve pertencer igualmente a cidadãos de todas as religiões e também àqueles que não têm religião?
Essa é uma questão que cada eleitor deve analisar por si mesmo.
Existe ainda outra questão que merece muita atenção: a soberania do Brasil.
Donald Trump declarou apoio a Flávio Bolsonaro, enquanto o governo americano de Trump adotou uma postura mais agressiva contra organizações criminosas na região. Isso não significa que exista uma ameaça comprovada de intervenção militar americana no Brasil. Não encontrei evidência confiável que permita afirmar isso.
Mas a questão mais ampla sobre a soberania brasileira e a influência estrangeira merece ser analisada com cuidado.
O Brasil é uma nação soberana.
Seu presidente deve, acima de tudo, responder ao povo brasileiro.
E é aqui que volto à minha principal mensagem.
Eu não sou político brasileiro. Sou um imigrante que vive neste país há muitos anos, observando o Brasil de dentro e não através de um estúdio de televisão no exterior.
Eu vi o Brasil mudar.
Vi construções surgirem ao meu redor. Vi empresas brasileiras trabalharem e crescerem. Vi o Brasil manter relações comerciais com países de todo o mundo.
Vocês não precisam de mim — nem de qualquer político — para dizer aquilo que vocês próprios podem enxergar.
OLHEM AO SEU REDOR.
Olhem para sua rua.
Olhem para sua cidade.
Olhem para os prédios que estão sendo construídos.
Olhem para as empresas que estão abrindo e fechando.
Olhem para o emprego, os preços e os serviços públicos.
Olhem para a criminalidade no seu próprio bairro.
Olhem para as relações do Brasil com o resto do mundo.
Olhem para aquilo que cada candidato realmente propõe.
Depois, escutem os dois lados.
E finalmente, façam sua própria escolha — não porque alguém gritou mais alto, tentou assustá-los mais, prometeu mais ou disse que a sua religião exige determinado voto.
Esta eleição pertence ao Brasil.
SEUS OLHOS.
SEU JULGAMENTO.
SEU VOTO.
A democracia brasileira merece nada menos do que isso.
Human Synthesis - 27 Setembro 2026
LOOK AROUND YOU — THEN MAKE YOUR CHOICE !!
Brazilian voters have only one week before the first round of the 2026 presidential election, on 4 October.
Before placing your vote, I ask you to do something very simple:
Look around you with your own eyes.
Do not depend entirely on political advertising, television commentators, social media or the loudest voices on either side. Look at the Brazil in which you actually live.
I have lived in Brazil peacefully for many years. During the Lula presidencies I have watched Brazil develop around me. I have seen new buildings, businesses and construction appearing and have personally experienced the country as an immigrant who chose Brazil as my home.
Brazil's international trade is also substantial and growing in 2026. Official figures show exports of US$33.16 billion in August 2026, 12.2% higher than August 2025, while exports in June were 22.2% above the same month a year earlier. Brazil is continuing to sell its products to markets throughout the world.
But we must also be honest about the country's problems.
Brazil still faces serious organized crime. The PCC and Comando Vermelho are among the country's most powerful criminal organizations, and recent reporting has documented the continuing penetration of organized crime into parts of society and even allegations involving corrupt public officials.
So nobody should pretend that everything is perfect.
The question for every voter is therefore larger than slogans about crime, religion, ideology or personalities:
What kind of Brazil do you want to live in during the next four years?
Religion deserves respect. Brazil has Catholics, Evangelicals, Spiritists, followers of Afro-Brazilian religions, people of other faiths and people with no religion. The country belongs to all of them.
Flávio Bolsonaro openly identifies as evangelical and has made increasingly frequent appearances with evangelical leaders and references to his faith during this campaign.
That is a legitimate part of his personal identity. But every Brazilian voter should also ask an important democratic question:
Should government belong equally to citizens of every religion and to citizens who have no religion at all?
That is something each voter must consider personally.
There is another question that deserves serious attention: Brazil's sovereignty.
Donald Trump has openly supported Flávio Bolsonaro, and the United States government under Trump has taken a much more aggressive military posture toward organized crime in the Western Hemisphere. At the United Nations this month, Trump spoke of using overwhelming military power against drug cartels. Brazil has not joined the U.S.-led regional coalition.
That does not establish that the United States intends to send military forces into Brazil. I have found no reliable evidence of such a specific threat. But it does make the broader question of Brazilian sovereignty and foreign influence a legitimate subject for voters to examine carefully.
Brazil is a sovereign nation.
Its president should ultimately answer to the Brazilian people.
And that brings me back to my main message.
I am not a Brazilian politician. I am an immigrant who has spent many years living here, watching this country from the inside rather than from a television studio abroad.
I have seen Brazil change.
I have watched construction rise around me. I have watched Brazilian businesses operate and expand. I have watched Brazil maintain commercial relationships with countries across the world.
You do not need me—or any politician—to tell you what you see.
LOOK AROUND YOU.
Look at your street.
Look at your town.
Look at the buildings going up.
Look at the businesses opening and closing.
Look at employment, prices and public services.
Look at crime in your own neighbourhood.
Look at Brazil's relations with the rest of the world.
Look at what each candidate actually proposes.
Then listen carefully to both sides.
And finally, make your own decision—not because somebody shouted loudest, frightened you most, promised you the most, or told you what your religion requires.
This election belongs to Brazil.
YOUR EYES.
YOUR JUDGMENT.
YOUR VOTE.
Brazilian democracy deserves nothing less.
By AI Chat-Human Synthesis-28 September 2026